
Antes de debutar como repórter, Nadja
Haddad quase se tornou bailarina e advogada. Ainda
adolescente, chegou a trabalhar na
Globo ao lado de Marlene Matos, como assistente
de palco da apresentadora Xuxa. Alguns anos depois, aos
16 anos, deu uma guinada na vida e se matriculou no
curso de Direito da Faculdade Cândido Mendes.
Mas esse ainda não era o seu destino.
Pouco antes de conquistar o título de bacharel em
Direito, Nadja desistiu da carreira de advogada e
ingressou no curso de Jornalismo. Foi amor à primeira
vista. Sua carreira como repórter foi fulminante. Depois
de passar pela Rádio Tupi e Canal 21, ela foi
contratada, no auge dos seus 22 anos, como repórter da Band Rio.
No último dia 29 de agosto, Nadja
Haddad deixou a redação para uma pauta de rotina: cobrir
uma ação policial no morro Dona Marta. Chegando ao local
da ação, ela foi surpreendida, enquanto se preparava
para colocar o colete à prova de balas, com um tiro que
perfurou seu pulmão.
Embora tenha corrido risco de morte,
Nadja se recuperou plenamente e se mudou para São Paulo,
convidada para apresentar uma matéria sobre emprego nos
telejornais. Não tardou para que fosse promovida a apresentadora do
Primeiro Jornal, o noticiário matinal da Band. Durante a
Copa do Mundo em 2006, ela substituiu Mariana Ferrão no Jornal
da Band, o principal
noticiário da emissora, o que a coloca em segundo lugar
na hierarquia de apresentadoras.
Atualmente Nadja apresenta um programa próprio chamado VideoNews, exibido em Horário Nobre. Trata-se de uma revista eletrônica com notícias e variedades.
Confira
mais sobre a trajetória de Nadja nas matérias da sessão
Clipping e na sessão Trajetória